Faz hoje 40 anos que a feminista radical Valerie Solanas tentou assassinar o mentor da Factory Andy Warhol.
Veremos alguns excertos do manifesto S.C.U.M. escrito por ela (traduzido de alemão para português):
"Hoje em dia é tecnicamente possivel haver reprodução sem a ajuda dos homens e de apenas haver descendentes femininos. Nós temos de começar imediatamente com isso. O homem é uma catástrofe biológica: O cromosoma Y é um cromosoma X incompleto. Em outras palavras o homem é uma mulher incompleta, um aborto ambulante. Ser-se homem significa ser um deficiente."
"O homem é por natureza um sangue suga, o parasita emocional e tem por isso nenhum direito moral à vida; pois ninguem tem o direito de viver à custa dos outros. Da mesma forma como as pessoas tem devido ao seu desenvolvimento mais elevado e à sua conchiencia maior mais direito à vida que os cães, assim tambem as mulheres tem mais direito à vida que os homens. O aniquilamento dos homens é assim uma boa e justa acção, que seris favorável ao bem-estar das mulheres."
As coisas que esta mulher disse parecem divertidas. :)
terça-feira, junho 03, 2008
I shot Andy Warhol
Espetado por Ger @ 21:01 1 Bitaite
Labels: gender mainstreaming, procriação, teoria da evolução
quarta-feira, dezembro 19, 2007
Monogamia serial
Li à tempos um artigo que defende uma ideia interessante e portanto que merece ser debatida.
Uma politica alemã Gabriele Pauli (que curiosamente está filiada no CSU, que é o partido mais conservador na Alemanha) defendeu que os casamentos deviam caducar automáticamente após 7 anos, ou seja só será prolongado se os intervenientes estiverem de acordo. Li tambem uma entrevista à antropologa Helen Fisher, que até defendia um prazo de 4 anos.
Ora segundo as teorias mais novas da biologia evolutiva antigamente na idade pedra quando o homem e uma mulher se apaixonavam ela engravidava bastante depressa, e os biologos defendem que o tempo que convem o par está junto por causa do bébé é de 3 ou 4 anos, depois desse tempo a criança já só precisa de um progenitor (esse argumento considero questionável). Depois desse tempo troca-se de parceiro (para garantir uma máxima diversidade no pólo genético humano), a este modelo chama-se monogamia serial.
De facto as mais recentes estatísticas acerca de divórcios confirmam essa tese, pois a grande maioria ocorre no quarto ano de casamento.
Põe-se em questão de porquê se deve insistir no actual regime de casamentos? A minha resposta é que hoje em dia não existem práticamente razões nenhumas para isso, devemos antes de mais basear-nos nas teorias da biologia evolutiva que optimizam a performance da espécie humana. É um absurdo as consequências financeiras que os divórcios trazem aos intervenintes, um modelo baseado no prazo prolongável de 4 anos parece-me mais sensato.
Espetado por Ger @ 18:12 7 Bitaites
Labels: ciência, teoria da evolução

