domingo, outubro 24, 2010

mais um momento de publicidade aos grandes vencedores da 1ª edição dos prémios megafone

GALANDUM GALUNDAINA Fraile Cornudo

quarta-feira, outubro 15, 2008

constatação acerca do preço dos combustiveis

o preço dos combustíveis aumenta à medida que se caminha do litoral para o interior

por exemplo, este fim de semana: gasóleo na BP

aveiro: 1,17 (-10 cêntimos)
estação de serviço perto de viseu: 1,21 (-6 cêntimos)
até espanha: 1,27

depois pedem competitividade ao interior... é que, parecendo que não e já para não falar no cidadão comum, para uma empresa esta 'pequena' diferença de 10 cêntimos por litro é bastante significativa...

rede expresso

O oásis de Palaçoulo: Escola não chega para tantos alunos

Navalhas de Palaçoulo entram no mundo do futebol

sexta-feira, agosto 10, 2007

breve sumário de uma semana de férias

em apenas duas pequenas palavras, quase sinónimas:

- mini;
- fino.

beijos com malte.

domingo, maio 27, 2007

Mais de 1300 escolas do 1º ciclo deverão encerrar no próximo ano lectivo

... e a de Palaçoulo não vai ser uma delas.

O governo de Sócrates prepara-se para dar mais uma machadada no interior. Completamente alheio a especificidades, o ministério da educação estabeleceu uma lista de critérios, e escolas que os não verificassem encerrariam.

Contra esta falta de sensibilidade, participei há tempos atrás num trabalho desenvolvido por um grupo de pessoas da terra cujo objectivo era mostrar a sustentatibidade da Escola Primária de Palaçoulo a médio prazo, com vista a evitar o seu encerramento. Ao que parece (fontes oficiais o garantem), o resultado foi positivo, e a escola não vai fechar.
Entre outras coisas, coube-me a tarefa de fazer um pequeno texto introdutório de propaganda sobre a aldeia e sobre a qualidade de vida da mesma. Com o mesmo objectivo - da propaganda - aqui agora o publico:

Há uns anos atrás a RTP fez uma reportagem sobre Palaçoulo, que o jornalista intitulou “Palaçoulo, um oásis em Trás-os-Montes”. E disse-o bem. Palaçoulo é, inegavelmente, um caso único na região e quiçá no País.
Uma aldeia de contrastes harmoniosos. Onde a tranquilidade do campo e as rotinas urbanas convivem lado a lado. Onde pessoas têm empregos estáveis e ao final da tarde vão cuidar da horta. Onde, ao mesmo tempo um pastor assiste no monte ao nascimento de mais um bezerro e num gabinete se envia um e-mail para Tóquio a confirmar uma exportação de milhares de euros. Uma terra de emigrantes, como toda a região, mas agora sobretudo uma terra de imigrantes (o que para uma aldeia é coisa rara, e para uma aldeia do interior, coisa mais rara ainda). Caso notável numa aldeia será também o facto de ter mais pessoas de fora a trabalhar na terra do que pessoas que vivem na terra a trabalhar fora. Uma terra que respeita a tradição, mas que aposta na inovação e no desenvolvimento, onde ainda se fazem facas manualmente mas também com as máquinas e materiais mais sofisticados do sector. Onde o Português e o Mirandês se misturam mas não se excluem.
Uma aldeia com hábitos sociais. As pessoas reúnem-se, vão ao café, conversam (de futebol é certo, mas também de vias de comunicação, de infra-estruturas para a região, política,..), onde os convívios espontâneos são constantes. Enfim, uma aldeia que desafia o estereótipo da terrinha isolada e amorfa em Trás-os-Montes. É uma aldeia viva, e por isso uma aldeia onde as pessoas gostam de viver.
Onde as crianças riem e brincam umas com as outras no caminho da escola para casa.


P.S. Visite esta bela terra por detrás os montes plantada. Certamente, lá vai ser feliz.