quarta-feira, agosto 24, 2011

Célia...

Isto está melhor??


sexta-feira, maio 06, 2011

treze:

número de alunos na aula das oito da manhã, do dia seguinte à noite do cortejo.
e ainda dizem que esta juventude está perdida, que só querem é borga. tretas, esta juventude está é sedenta de aprender, ou então maluca...

terça-feira, setembro 22, 2009

sugestão de leitura pré eleitoral



download (pdf)

terça-feira, julho 21, 2009

the dark side of education

Escola de Darque passou um aluno com nove negativas e garante que foi a melhor solução

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

coisas parvas, mas mesmo parvas, daquelas que um gajo lê e diz: foda-se*, que coisa tão parva

Pais querem escolas do 1.º ciclo abertas doze horas por dia e dizem que ME já deu luz verde

ai coitadinhos dos pais, que trabalham tanto e não conseguem tomar conta dos seus meninos. metam-nos em colégios internos, seminários, casas pias e coisas do género e deixam de se preocupar com esses assuntos menores que afectam tão gravemenete as suas carreiras profissionais.
os meninos, esses que aguentem, porque os país vão ganhar tanto dinheiro, ficar tão bem na vida, que o seu futuro estará garantido, mesmo que dos pais só reconheçam o nib.

mas isso parece-me a mim, que não percebo nada disto. haverá seguramente um qualquer parecer da OCDE a aconselhar a medida.


*a especialista em linguagem obscena, chica de moebius, alertou-me e bem para a palavra mal escrita. obrigado.

terça-feira, setembro 18, 2007

A ministra da educação e a demografia

À dias houvi a ministra da educação fazer uma afirmação que me deixou intrigado.
O que essa senhora (para não lhe chamar nomes) disse? Ela disse que Portugal não precisava muitos professores devido à evolução demográfica.
Ora uma afirmação dessas só pode vir de uma pessoa que considera a educação como uma despesa e não um investimento.

Uma medida a fazer para quem considera a educação um investimento seria a redução do tamanho das turmas, o que porem implica a contratação de mais professores...

Não sei se foi o Cavaco ou o Sócrates quem ficou impressionado com o sistema de ensino finlandês numa visita de estado. Mas o que acontece nesse país é que em muitos casos estão 2 ou 3 professores numa sala de aulas, um para dar a aula, e os outros para apoiar ou incentivar os mais fracos e os mais fortes respectivamente, coisa essa que para o primeiro-ministro e para a ministra da educação é impensável.

A existência de tantos professores formados em Portugal devia ser considerado um privilégio, pois Portugal tem assim a opurtunidade de criar um sistema de educação de qualidade elevada, a grande maioria dos países europeus tem falta de professores e Portugal desperdiça os que tem...

sexta-feira, agosto 31, 2007

A imortância dos mapas

Na eleição da "miss Teen USA" fazem-se tambem perguntas sobre cultura geral às concorrentes. Um gajo questiona-se se faz algum sentido fazer perguntas dessas às concorrentes... Mas pronto fazem-se.

À concerrente da Carolina do Sul, que tem aspecto de ser uma concorrente a um concurso daquele género, foi feita a seguinte pergunta: "Segundo sondagens recentes um quinto dos norte-americanos não sabem situar o seu país no mapa. Porquê achas que isso acontece?"

E qual foi a resposta dela? A resposta foi a seguinte: "Eu pessoalmente penso que os norte-americanos não o conseguem fazer porque na nossa nação existem algumas pessoas que não tem mapas em casa." Mais aínda, a seguir ela veio a rematar com a seguinte observação: "... E eu penso que a educaçã como por exemplo na África do Sul e no Iraque, em todo o lado, o nosso sistema de educação aqui nos EUA deveria ajudar aos EUA, à África do Sul, ao Iraque e aos países asiáticos, de modo que sejamos capazes de construir o futuro."



Há quem diga que este caso veio a provar uma série de clichés como sobre loiras, americanos (pior aínda dos estados do Sul!)...

Note-se aínda que ela ficou em terceiro lugar, o que tendo em conta que os EUA tem 51 estados é um resultado razoável. :)

domingo, maio 27, 2007

Mais de 1300 escolas do 1º ciclo deverão encerrar no próximo ano lectivo

... e a de Palaçoulo não vai ser uma delas.

O governo de Sócrates prepara-se para dar mais uma machadada no interior. Completamente alheio a especificidades, o ministério da educação estabeleceu uma lista de critérios, e escolas que os não verificassem encerrariam.

Contra esta falta de sensibilidade, participei há tempos atrás num trabalho desenvolvido por um grupo de pessoas da terra cujo objectivo era mostrar a sustentatibidade da Escola Primária de Palaçoulo a médio prazo, com vista a evitar o seu encerramento. Ao que parece (fontes oficiais o garantem), o resultado foi positivo, e a escola não vai fechar.
Entre outras coisas, coube-me a tarefa de fazer um pequeno texto introdutório de propaganda sobre a aldeia e sobre a qualidade de vida da mesma. Com o mesmo objectivo - da propaganda - aqui agora o publico:

Há uns anos atrás a RTP fez uma reportagem sobre Palaçoulo, que o jornalista intitulou “Palaçoulo, um oásis em Trás-os-Montes”. E disse-o bem. Palaçoulo é, inegavelmente, um caso único na região e quiçá no País.
Uma aldeia de contrastes harmoniosos. Onde a tranquilidade do campo e as rotinas urbanas convivem lado a lado. Onde pessoas têm empregos estáveis e ao final da tarde vão cuidar da horta. Onde, ao mesmo tempo um pastor assiste no monte ao nascimento de mais um bezerro e num gabinete se envia um e-mail para Tóquio a confirmar uma exportação de milhares de euros. Uma terra de emigrantes, como toda a região, mas agora sobretudo uma terra de imigrantes (o que para uma aldeia é coisa rara, e para uma aldeia do interior, coisa mais rara ainda). Caso notável numa aldeia será também o facto de ter mais pessoas de fora a trabalhar na terra do que pessoas que vivem na terra a trabalhar fora. Uma terra que respeita a tradição, mas que aposta na inovação e no desenvolvimento, onde ainda se fazem facas manualmente mas também com as máquinas e materiais mais sofisticados do sector. Onde o Português e o Mirandês se misturam mas não se excluem.
Uma aldeia com hábitos sociais. As pessoas reúnem-se, vão ao café, conversam (de futebol é certo, mas também de vias de comunicação, de infra-estruturas para a região, política,..), onde os convívios espontâneos são constantes. Enfim, uma aldeia que desafia o estereótipo da terrinha isolada e amorfa em Trás-os-Montes. É uma aldeia viva, e por isso uma aldeia onde as pessoas gostam de viver.
Onde as crianças riem e brincam umas com as outras no caminho da escola para casa.


P.S. Visite esta bela terra por detrás os montes plantada. Certamente, lá vai ser feliz.