Já que estamos próximos do Natal vou-vos falar numa experiência que me aconteceu num dos últimos natais.
Esta experiência não me deu para pensar na altura mas agora que ando numa de reflectir sobre o passado, chegou a vez deste novo saber…
Era dia 26 ou 27 de Dezembro e eu como lá em casa tinha de justificar as minhas saídas para Coimbra lá disse que ia fazer um qualquer trabalho dum qualquer software em voga na Computação.
Chegado a F., apanhei um táxi para ir ter com a minha nova aventura, depois duma longa viagem nada melhor do que um banho reconfortante a beber um Terras de Xisto na temperatura indicada e mais, com a companhia à altura de tal composição.
Saciei logo a minha vontade de… beber! Por acaso ela até tinha muito bom gosto (se calhar devido à idade: para aí 39, mãe de uma filha). Senti-me um verdadeiro puto quando experimenta um brinquedo novo mas, ali não eram os brinquedos que eram novos mas sim a brincadeira! De facto, uma mulher mais velha permite-nos novos desafios e novas formas de prazer.
Chegado a noite, lá fomos nós jantar com umas amigas delas mais novas e por sinal bem giras..de facto, rodeado de tais musas num jantar com tanto propósito senti-me por momentos nas nuvens (sensação que já tinha experimentado de tarde naquela banheira magnifica graças aos irmãos Jacuzzi).
Estranhamente, ou não, ficamos os dois e mais uma amiga. De facto, na altura nem me pareceu muito esquisito irmos os três para casa…mas o álcool também não é muito lúcido.
Conversa para aqui e para ali e viajei para o quarto meio nu ou meio despido..já não me lembro… Lembro-me sim quando ela me sussurra ao ouvido: tenho uma surpresa para ti mas promete que não ficas chateado! E eu lá prometi… e no abrir de olhos seguinte ali estavam as duas só. Sei que a noite foi longa, única e meio amalucada… mas devo dizer que gostava de repetir e aconselho vivamente!!!
Mas agora penso… porra é bué de injusto a competição entre um homem e uma mulher por uma mulher… Elas conhecem tão bem o corpo da outra (dass elas têm um igual) sabem onde lhes dá mais prazer, sabem onde devem tocar… já sei nós também, mas é muito mais fácil para elas. E se não é só o físico que elas conhecem também são os problemas que afligem esta nova mulher moderna: o problema de no emprego ter de ser melhor que o homem que está ao lado, chegar a casa e não ter a compreensão do homem que só pensa em: “Qual é o jantar?”; tratar dos filhos; tratar da casa; tratar da roupa… tratar, tratar, tratar e ainda tratar da sua beleza para não parecer uma desleixada para que o homem não a troque pelo primeiro rabo de saias que lhe apareça à frente
Injusto? Se calhar não é o melhor adjectivo mas é o que me ocorre. E nós homens senão tivermos cuidado, ainda vamos dizer: Fui trocado por outra…
Moral da história: Quando é que as mulheres começarão a ter a intuição de que acima de todas as infidelidades está a verdade, ou seja, a fidelidade a si mesmas, e que marido, filhos e países não são nada perante isso?